Entrou em vigor nesta terça-feira, 21, nova pauta de valores referenciais para incidência de ICMS nas operações de comercialização de gado suíno, em Goiás. Levantamento da Coordenação de Pesquisa Mercadológica, da Gerência de Informações Econômico-Fiscais (Gief), da Secretaria da Fazenda (Sefaz), aponta que o quilo do suíno para abate passou de R$2,80 para R$3,10, um aumento de 10,71%.
A arroba do suíno, tipo banha, passou de R$46,00 para R$51,00, um acréscimo de 10,87%. Já o suíno magro, para abate, passou de R$52,00 para R$57,00, a arroba, alta de 7,55%. A última pesquisa foi realizada em agosto deste ano.
Entra também em vigor nesta data, a nova pauta de valores referenciais para cobrança de ICMS nas operações de venda de gado para abate. O bovino macho passou de R$1.423,34 para R$1.590,20, a cabeça, registrando um aumento de 11,52%. A fêmea passou de R$957,73 para R$1.027,27, um aumento de 7,26%.
O bubalino macho passou de R$1.289,33 para R$1.382,94, uma alta de 7,26%. Enquanto isto, o bubalino fêmeo passou de R$867,56 para R$1.154,42, aumento de 33,07%. Também entrou em vigor nesta terça-feira, nova pauta de valores referenciais para incidência de ICMS do grupo carne bovina. Em média, os diversos tipos de cortes foram reajustados em 17,6%. A maior alta ocorreu na ponta de agulha, que passou de R$3,40 para R$4,70, o quilo, um acréscimo de 38,24%. Também registraram altas expressivas o dianteiro, 32,98%; músculo, 19,15%; pescoço, 33%; capa e aba, 32,49%; paleta com músculo, 27,53% e fígado, 26,12%.
Em compensação a maminha de alcatra apresentou queda de 4,69%, passando de R$9,80 para R$9,34, o quilo. O bucho sofreu redução de preço, da ordem de 23,36%, passando de R$4,11, para R$3,15 o quilo.