Economia recebe propostas de integrantes do Fórum de Entidades Empresariais de Goiás

A Secretaria de Estado da Economia recebeu na tarde de quarta-feira, 18/12, integrantes do Fórum de Entidades Empresariais de Goiás, que apresentaram propostas de modificações à lei do novo programa de incentivos fiscais, ProGoiás.

No encontro, os empresários entregaram uma carta com sugestões à secretária da Economia, Cristiane Schmidt, e tiraram dúvidas acerca do texto do programa. 

Durante a reunião os técnicos da pasta responderam todas as perguntas dos empresários e debateram cada ponto apresentado no documento, esclarecendo assim todas as dúvidas. 

"A reunião foi muito produtiva.
O Fomentar e o Produzir estão causando um estrago muito grande nas contas do Estado. Já causou e vai continuar causando caso isso não se estanque.
Eu percebo que os empresários estão a par disso, eles querem ter diálogo, querem que o Estado prospere, então temos uma agenda em comum.
Qualquer decisão será tomada pelo governador Ronaldo Caiado", afirmou Cristiane Schmidt.

 O presidente da Federação de Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio), Marcelo Baiocchi, avaliou como positiva a reunião.

"Acredito que o ProGoiás vai ser cada vez melhor redigido, porque é uma Lei que todos participam e contempla tanto o empresariado como a necessidade do Estado, buscando equilíbrio dos interesses de todas as partes", disse.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), Sandro Mabel, a preocupação das entidades que compõem o Fórum é tornar o programa mais atrativo.

"Nossa intenção é melhorar o processo, juntar nosso conhecimento com o Estado para construir um projeto com condições de atrair mais empresários.

O ponto positivo é que a secretária está aberta, está conversando", afirmou Mabel.

 A secretária Cristiane Schmidt, ressalta que sempre esteve à disposição para o diálogo com o setor empresarial.

"Sempre estivemos de portas abertas para ouvir o empresariado, pois são eles quem movem a economia, geram emprego e renda.

O Estado tem que tirar as pedras do caminho para o setor produtivo caminhar sem problemas".